
segunda-feira, 2 de junho de 2008
AO NOVO IMORTAL DA APL

A CIDADE E AS ROSAS


...Parece-me imagem poética retirada dos filmes transcendentais de Ingmar Bergman (pra não falar de Alfred Hitchcock). Por outro lado, a imagem exala por si o “palavrar” de Pessoa. Prefiro-o ao Bergman pela maior densidade literária, mas não faço disso uma comparação. São incomparáveis. Únicos. Ambos. E a imagem captada me lembra os versos tristes de Pessoa: “Bóiam farrapos de sombra em torno ao que não sei ser. É todo um céu que se escombra sem me o deixar entrever.” Eu li a imagem como quem lê um verso enevoado. Obrigado pela sensibilidade!...
Valeu, amigão!
UM GIRO EM SÃO PAULO

Estive neste fim de semana em São Paulo. Frio de 14º. Mal consegui sair do carro, mas, mesmo assim, captei imagens incríveis da cidade e seus personagens anônimos. As fotos estão fazendo um grande sucesso no meu perfil do Orkut. Até vou postar aqui um dos comentários, o do meu amigo carioca Rick, o qual só conheço pela internet, mas que demonstra ser uma pessoa iluminada. Rick, obrigado pelo carinho de sempre.
E o estilista Yves Saint Laurent morre, aos 71 anos, em Paris. Li há uns dois anos a biografia dele. Com Christian Dior, Chanel e Balenciaga, o estilista completou os quatro pilares definitivos da moda. Aos 21 anos, YSL sucedeu o pai do new look à frente da maison Dior e, desde então, a moda nunca mais foi a mesma. Mas, ao mesmo tempo em que conhecia o apogeu, sendo ovacionado pela crítica e pelos consumidores de suas criações, vivia interiormente um inferno astral. Tímido, alcólatra... O mito e o ser humano se encontram em “Yves Saint Laurent”, de Laurence Benaïm, um relato detalhado da vida e da obra do estilista. O autor, jornalista e colaborador da Vogue e do Le Monde, não se atém apenas à vida de Saint Laurent e traça também um rico perfil do seu tempo. Recomendo. Vamos sentir saudades!
E o estilista Yves Saint Laurent morre, aos 71 anos, em Paris. Li há uns dois anos a biografia dele. Com Christian Dior, Chanel e Balenciaga, o estilista completou os quatro pilares definitivos da moda. Aos 21 anos, YSL sucedeu o pai do new look à frente da maison Dior e, desde então, a moda nunca mais foi a mesma. Mas, ao mesmo tempo em que conhecia o apogeu, sendo ovacionado pela crítica e pelos consumidores de suas criações, vivia interiormente um inferno astral. Tímido, alcólatra... O mito e o ser humano se encontram em “Yves Saint Laurent”, de Laurence Benaïm, um relato detalhado da vida e da obra do estilista. O autor, jornalista e colaborador da Vogue e do Le Monde, não se atém apenas à vida de Saint Laurent e traça também um rico perfil do seu tempo. Recomendo. Vamos sentir saudades!
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